Viviane Lima’s Registered & Protected Web Page
http://romancegracinha.com/-
All Rights Reserved
-
Mon Feb 08 17:05:29 UTC 2010
-
Romance Gracinha
-
http://romancegracinha.com/ Protected on 2010-02-08 17:05:29 UTC
-
Romance Gracinha Porque é tão bom morrer de amor e continuar vivendo… RG By Vivi Estante Contato Links Autores de A a M Autores de N a Z Gracinhas do RG Extras (Dicas by Vivi) fev 01 A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Jane Ficha de Leitura Tema: Livros de banca Mês: Janeiro Um pouco sobre o mim Eu sou o (a): Rê Lima Moro em (Cidade/Estado – UF): Brasília/DF Na net, você me encontra (Blog ou Site): http://incubadoraliteraria.blogspot.com/ http://romancegracinha.com/ Neste mês, eu li: Título: A PRINCESA RAPTADA Nº de páginas: 285p O livro é sobre…Príncipes e princesas. A sinopse introdutiva que consta na contracapa do livro resume da seguinte forma a história: “Era uma vez uma princesa, que despareceu sem deixar rastros….até o dia em que um príncipe a encontrou e a trouxe de volta” Histórias de príncipes e princesas sempre iniciam com o Era uma vez… Não poderia ser diferente ou poderia? Confesso que apenas a chamada introdutória do livro não me fez comprar a idéia da história. Pensei: “ Mais uma história de príncipes e princesas”. Resolvi ler o restante da sinopse. Agradou-me um pouco mais, mas não me dei por convencida. Resolvi pagar para ver. Então aceitei o convite e me imergir na Escócia de 1810. Ali, conheci Sorcha, herdeira do trono de Beaumontagne que para fugir da revolução em seu país fora mandada para um convento escocês. Em companhia das freiras seguia com sua vida tranquilamente. Longe de todos os pecados da carne (será?) até que em seu caminho surge um pescador esquisito que logo se encanta por ela. Na verdade, o tal pescador é o príncipe Rainger. O jovem príncipe é incumbido de protegê-la e levá-la de volta, em segurança, para Beumontagne. O príncipe também sonha reconquistar o seu país e governar junto com a amada. Mas, até lá, esses dois irão se envolver em aventuras, confusões, brigas, beijos, abraços, amassos, beijos, brigas e muito mais. Já deu para imaginar, não? Pois é, minhas caras e meus caros, essa é a história contada em uma versão fast food. Se quiserem experimentá-la com mais, digamos sabor, terão de ler o livro. Eu escolhi este livro porque… Em primeiro lugar foi indicado por minha mana Vivi. E em segundo, por ter ido com a “cara” do livro, pura e simplesmente! Divertida e prazerosa. Confesso que tempos atrás, já fui fã da literatura chamada “mulherzinha”, mas há muito não lia os livros por considerar as histórias sempre iguais. Neste romance, em particular, a autora tempera a história com tiradas engraçadas que dão um toque especial à trama. Ela tem um bom tempo de humor e sabe utilizá-lo nos momentos certos. Obviamente, existe toda a dramaticidade presente em romances desse gênero. Mas, a história se desenrola e não é arrastada. Os personagens, apesar de caricatos, são sedutores. Temos a jovem inocente que desconhece os mistérios da arte do amor até encontrar em seu caminho o jovem e “bem dotado” príncipe de sua vida. Como em todo romance, o casal de pombinhos terá de enfrentar todos os obstáculos até se entregarem por definitivo um ao outro. Até o tão sonhado happy end irão se envolver em muitas aventuras. Garantia de diversão despretensiosa com certeza. Alguns trechos do livros com as pérolas da personagem Sorcha e em seu momento de “descoberta”: “ O seu…negócio é fora do comum de grande?” “E gaita de fole me parece muito coloquial” “Eu bem que gostaria de ver o elenco reunido”. É isso aí, eis algumas tiradas da princesinha. Poderia soar brega, mas a forma como a história é contada, com muito humor, suaviza o apelo sexual contido nos diálogos. É obvio que existem os tais momentos “picantes”, mas eles ficam em segundo plano. Eu diria que o destaque fica para os diálogos perspicazes e engraçados. Com base em minhas impressões, a minha nota para o livro é 5/5 Category: Brincadeiras RG, Desafio Literário 2010, Romance Histórico, Romance Medieval 8 Comments jan 24 Vida dura de Claudia Tajes – Desafio Literário 2010 Vivi Tema: Romance/Livro de Banca Mês: Janeiro/210 Neste mês eu li: Vida dura Autora: Claudia Tajes Editora: LP&M Pocket Nº de páginas: 168 Sinopse: A vida de Leonel de Moura Brizola Coelho não é nada fácil. Além de suportar as brincadeiras por conta de seu nome, a ele faltam dinheiro, amor, conforto e trabalho. Não necessariamente nessa ordem. Pulando de biscate em biscate para sobreviver na periferia de Porto Alegre, ele tenta desesperadamente inventar novas formas de ganhar alguma grana. Até que ele se depara com uma reportagem de jornal que vai transformar a sua vida numa gozação só – e não no sentido figurado. Com o estilo irreverente que a consagrou como uma das mais interessantes vozes da novíssima ficção brasileira, Claudia Tajes tece essa bem-humorada e inusitada narrativa, que gira em torno de se ganhar dinheiro doando sêmen, concretizar as próprias fantasias, ser feliz e outras improbabilidades da vida. O livro é sobre uma história nonsense. Inusitada mesmo. Não dá para contar os detalhes sob pena de cortar o barato da leitura. Portanto, sem ultrapassar as linhas gerais contidas na sinopse, seguem algumas observações nada ordenadas acerca do que li. Metaforicamente falando, Vida dura, o título, refere-se ao endurecimento do órgão genital masculino. Isso mesmo que você leu, caro leitor. Estou falando do pênis. E no caso do livro em questão, a ferramenta de trabalho de Leonel, um obstinado doador de sêmen. Por força do ofício, sua ferramenta deve estar sempre alerta (positivo e operante!) sempre quando requeridos os seus préstimos. Como seria com qualquer doador de sêmen que leva tão ferreamente o seu ofício, circunstâncias inusitadas não se furtam a acontecer. Eis a síntese da nada mole vida de Leonel Brizola. Assim como Dominique Molise de Fante, Leonel Brizola, apesar da condição sui generis de seu sustento, é um sujeito comum desempenhando seu papel de inventor de utopias. Um perdido em sonhos de glórias! È de uma estranheza ver como realmente ele leva a sério a fantasia de uma prodigiosa carreira como doador de sêmen! Mas…para o bem ou para o mal, esse é o Leonel com todos os vícios e virtudes de sua fértil imaginação. E assim Claudia Tajes faz troça desse pobre sonhador! E ao explorar o tom jocoso, Claudia nos fornece um elo emocional que nos liga à visão de mundo de Leonel. Abro um parêntesis para citar as palavras Dostoiévski escritas em “Escritos ocasionais”. De certo modo tais palavras alcançam correspondência com o micro-mundo particular de Leonel: Dostoievski E vocês sabem o que é um sonhador, cavalheiros? É um pecado personificado, uma tragédia misteriosa, escura e selvagem, com todos os seus horrores frenéticos, catástrofes, devaneios e fins infelizes… um sonhador é sempre um tipo difícil de pessoa porque ele é enormemente imprevisível: umas vezes muito alegre, às vezes muito triste, às vezes rude, noutras muito compreensivo e enternecedor, num momento um egoísta e noutro capaz dos mais honoráveis sentimentos… não é uma vida assim uma tragédia? Não é isto um pecado, um horror? Não é uma caricatura? E não somos todos mais ou menos sonhadores? Essa citação encaixou-se bem à imagem mental que fiz da trama como um todo. Leonel é deformação grotesca do sonhador que exagera no sonhar. Uma caricatura vivendo ao sabor do vento. No final das contas, o que se lê é o humor combinado a uma boa dose melancolia. Um humor que não me fez rir de doer, é vero. De fato os acontecimentos narrados suscitaram-me piedade. Não que seja essa uma característica desabonadora da obra. Não é bem assim. O texto de Tajes é amigo da realidade sem peneiras, não há odes à nobreza e à pureza de atitudes. Alegríssimo off. Ao invés da densidade dramática, a autora opta pela comicidade presente em uma vida “desinspirada” onde o risível é de um gênero triste. Esse contraste adequa-se a trama perfeitamente. Vale a pena ler. Escolhi o livro porque tendo lido Dez quase amores e a Vida sexual da mulher feia, gostei do estilo da Claudia Tajes e quis conhecer mais de suas obras. A leitura do livro foi perturbadora. De uma qualidade que nos faz pensar. Aliás, essa é uma característica forte na escrita de Tajes. Não deu outra: senti-me desconfortável em acompanhar o hedonismo solitário e utilitário de Leonel. Foi meio claustrofóbico assisti-lo encerrado em seu quarto, na cabine de doação de sêmen masturbando-se, preso ao seu mundinho sem perspectiva, numa imersão tóxica de escapismo. Considero uma leitura enriquecedora por trazer à baila a questão do estigma que marca aqueles que vivem como podem. Antes de dar minha nota, uma explicação: percebi que alguns participantes do desafio não estão se sentindo confortáveis em avaliar a obra lida com base em menções. Considero justíssimo. Aliás, uma fala em especial me fez repensar esse lance de notas. O objetivo nunca foi o de depreciar os autores e seus escritos. Como leitora consciente que sou, respeito o trabalho de nossos escritores e sei o quanto é árduo o trabalho de composição literária. E por isso esclareço: de minha parte, a avaliação serve como uma classificação pessoal e emocional sem maiores pretensões analíticas mesmo porque não tenho cacife para tanto. Portanto, sendo fiel a esse meu pensamento, aboli a categorização dos livros como sendo bons ou ruins. Em seu lugar, surge uma nova categorização de um jeitinho só meu, claro, e por isso, inteligível apenas para mim. Assim sinto-me confortável para acompanhar o percurso de minhas leituras da forma emocional, sensorial e a flor da pele como sempre fiz. Nota ao meu gosto*:4/5 *De 1 a 5, com gradação crescente do que menos gostei para o que mais gostei. That’s all… Category: Desafio Literário 2010, Romance Contemporâneo 9 Comments jan 17 Lit Glamour: Liesel e os livros roubados! Kamila Bastardos Inglórios “Fiquei dormindo lá por muito tempo. Três dias, disseram-me… E o que eu encontrei ao acordar? Não um homem, mas uma outra pessoa a me vigiar. A menina que roubava livros”. Você deve estar se perguntando: Por que eu estou vendo uma fotografia do filme Bastardos Inglórios se a coluna de hoje é sobre o livro A menina que roubava livros, do Markus Zusak (que, a propósito, é um escritor lindíssimo)? Bem, a explicação é simples: Eu estava loucamente querendo ver o filme Bastardos Inglórios, mas pensei: - Cara… filmes do Tarantino costumam pingar sangue da TV. OBS: Eu não gosto de três tipos de filme: filmes com muito sangue, filmes com tortura e filmes com muita neve. Minha solução foi comprar o roteiro do filme Bastardos Inglórios. O primeiro capítulo correu bem e eu estava até pensando em alugar o filme, contudo, a partir da página 30, o sangue começou a pingar do roteiro e eu encalhei na página sessenta… Imagem 1 Minha singela opinião é que o tema Nazista Mau Que se Ferra no Final já se esgotou há muito tempo. Existe muitas possibilidades ao redor da Segunda Guerra mundial e poucas as utilizam. Minha esperança era que Tarantino pudesse ter quebrado com essa tradição cansativa, mas foi justamente o australiano Markus Zusak (Lindo!) que o fez. No livro A menina que roubava livros, o foco está no lado oposto: nos civis alemães e sobre os alemães pais, mães, crianças, vizinhos e amigos. As páginas desta obra trazem uma simplicidade e uma realidade tão grande que você se sente parte da Rua Himmel. Imagem 2 Ler A menina que roubava livros é uma experiência e tanto para quem está cansado dos clichês Hollywoodianos sobre a Segunda Guerra Mundial. A protagonista, Liesel Meminger, e seu amigo, Rudy Steiner, são tão completos e complexos que parecem seres humanos de verdade… como se você pudesse sair na rua e trombar com o menino do cabelo cor de limão. Eu não quero falar demais, então vamos para a criação. A inspiração partiu de dois dos filmes “infantis” que eu mais gosto: A princesinha e Desventuras em série. Desta vez, o trabalho foi mais artesanal e fotográfico do que ilustrativo: “Agora, acho que somos amigos, essa menina e eu”. Max Vandenburg. Crédito: Kamila Denlescki À esquerda, quadro feito por mim com papel cartão, sulfite, cola e tesoura (com ponta). À direita, conjunto de chá em miniatura com inspiração Art Nouveau alemã. Música que ouvi enquanto desenhava: Other Father Song (trilha de Coraline). O livro A menina que roubava livros tem gosto de: Confeti (Você se cansa de tanto comer, mas reclama quando acaba). Liesel tem cheiro de: Si (Lolita Lempicka). Inspiração para a roupa da Liesel: Isso mais ver estranho, mas lá vamos nós… Botões Laura Walker! Fontes: Imagem 1 http://vanessa3118.blogspot.com/2009/10/little-princess-film_4949.html Imagem 2 weheartit.com/cakehearts Category: Lit Glamour 8 Comments jan 11 Qual é o seu romance Gracinha – Janeiro Vivi Olá! eu sou a Nade. Meu blog é http://nadejane.blogspot.com/ O meu Romance Gracinha é A farsa – Editora Sextante È um Romance Gracinha porque a história é envolvente e surpreendente demais! Quando comprei o livro, fui atraída pela sinopse, tendo a certeza que se tratava de uma boa história. Não estava enganada. Li as 335 páginas em uma semana! Cada acontecimento desperta ainda mais a curiosidade do que ainda vai vir e o final é sensacional! Tem alguns livros que você tem ideia de como terminará a história. Neste, você jamais imaginaria como tudo vai acabar. Adorei! O Romance é sobre a descoberta de Jonathan, que, após um grave acidente nos Alpes suíços que ocasionou a morte da sua esposa, Emma, fica sabendo que ela tinha outra identidade. Ele, depois dessa perda, recebe uma correspondência endereçada à esposa contendo dois bilhetes para resgatar bagagens numa estação de trem bem longe dali. Movido pela curiosidade, pois não havia a identificação do remetente, ele vai até esta localidade e é surpreendido por dois homens que tentam roubar essas malas. Um deles morre. Jonathan foge. E descobre que Emma chamava-se Eva Kruger. Com quem ele se casara afinal e o que significava essa dupla identidade? Qual seria a verdadeira: Emma ou Eva e o que ela fazia? Seria ela uma agente secreta envolvida em atos terroristas e espionagem internacional? O pior é que, a partir deste assassino, ele passa a correr sérios riscos, tendo que salvar a própria vida. É incrível! O ápice é quando o personagem principal, Jonathan, procura entender porque a sua mulher, Emma ou Eva, estava envolvida em toda uma conspiração. Tem trilha sonora? Com certeza! A música perfeita para este livro é “L’amour Est un oiseau rebelle (Habanera)”, da da ópera Carmen de Bizet. Classificação: 5/5 Faça como a Nade, seja a Gracinha do RG você também! È só preencher o nosso formulário. E o Romance Gracinha procura Cassandra Camila. Cassandra, se você estiver lendo esse post, por favor, entre em contato comigo! Ass: Vivi Category: Romance Contemporâneo, Romance Gracinha, Romance policial 9 Comments jan 08 1933 foi um ano ruim de John Fante – Desafio Literário 2010 Vivi Tema: Romance/Livro de Banca Mês: Janeiro/210 Neste mês eu li: 1933 foi um ano ruim Autor: John Fante Editora: LP&M Pocket Nº de páginas: 144 Sinopse: Em 1933 Dominic Molise fez 17 anos. Seu pai, imigrante italiano, pedreiro, quer ensinar ao filho seu ofício. Só que o garoto, às vésperas de se formar no colegial, só pensa numa coisa: vencer no baisebol. Quer ser o maior lançador canhoto de todos os tempos. Em 1933 ele iria embora do Colorado, decolar para a fama. Mas 1933 foi um ano ruim… O livro é sobre uma história que provavelmente você já leu em muitos outros livros. Só que à maneira Fante é como se fosse contada pela primeira vez. Dessa vez, não tem Arturo Bandini, alter-ego de Fante e estrela número um de seus romances, mas tem Dominique Molise. Um jovem de dezessete anos que sonha em ir para Califórnia onde pretende ser um grande jogador de Baseball. Filho de imigrantes italianos, não tem dinheiro. O único recurso valioso que possui é o Braço. Sim, assim mesmo em maiúscula: o Braço, seu trunfo. seu braço esquerdo que, numa sacada genial de Fante, não é somente um membro superior do corpo humano. Com Jonh Fante nada se resume ao que temos por certo e é assim que, por obra de Fante, o Braço adquire ares de um personagem com a sua própria motivação. Divertidíssimos os diálogos que Dominique trava com seu braço esquerdo. John Fante Nem tudo é humor. Apesar da ironia acentuada presente em sua obras, Fante faz um mix certeiro de drama e zombaria. 1933 foi um ano ruim pode ser uma variação de um mesmo tema, ainda assim consegue soar leve, fresco e surpreendente ao explorar temáticas que não se esgotam: abismo entre pais e filhos, amores idealizados, a vida dos imigrantes italianos em solo americano, etc. São esses os aspectos importantes que contextualizam a vida de Dominique. Ele, assim como muitos jovens saídos da infância, depara-se com a dura realidade das promessas frágeis; as mesmas que dizem haver um lugar social para cada um. Será mesmo assim? Todo mundo tem o seu pote de ouro no fim do arco-íris? Se assim for, há que se desvencilhar da pressão sociais que exigem um acomodar-se ao que existe. Há que se bancar cada um de seus sonhos ou, se não, continuar a viver como seus pais; levando uma miserável vida com um salário de pedreiro, ganhando alguns trocados aqui e ali em mesas de bilhar para amenizar a pobreza familiar. Futuro pouco promissor, não? São essas algumas das muitas circunstâncias que, no decorrer da trama, se interrelacionam até que saibamos se Dominique alcançará aquilo que deseja. Eu sei…o título dá pistas…mas, sabe como é, em se tratando de John Fante o esperável pode surpreender. Eu escolhi esse livro porque desde que li Pergunte ao pó do mesmo autor fiquei encantada com seu estilo único de escrever. Ele me faz pensar que o ato de escrever é natural e fácil apenas pela forma desprendida com que trama cada detalhe de sua narrativa. Ele me faz rir e chorar ao mesmo tempo. Soube que se trata de uma publicação póstuma e esse foi outro dado que me motivou a ler o livro. Quanto às questões relativas ao tema do desafio, ler um romance de banca não seria desafiador para mim uma vez que já li tantos do gênero nessa vida. Portanto, como desafio não me bastariam e isso é tudo. A leitura foi muito divertida. Li-o em um dia. O livro é curtíssimo e muito gostoso de ler. Fato que torna ainda mais visível a competência de Fante em fazer muito com tão pouco. Gostaria de recomendar Fante para todos os leitores, porém não posso fazê-lo sem alertas, porque talvez Fante não seja para todos. Explico: sua obra se enraiza no mundo cão. Fante não se esquiva de desenhar imagens nada lisonjeiras. Seus heróis são imperfeitos. E porque humanos, cruzam limites éticos e morais. O legal de ler Fante está em ter a verdade dolorosa dos personagens exposta sem disfarces mais simpáticos. A nota que eu dou para o livro: 5/5 Curiosidades: A trama se passa em Boulder, uma cidade do Colorado onde John Fante cresceu. Ah, eu ainda não disse que 1933 foi um ano ruim é um romance autobiográfico? Então, está dito. A Boulder de hoje é uma cidade bonita e caótica ao mesmo tempo. E com muito encanto artístico. Saca só: Terminei Vida Dura da Cláudia Tajes. O meu livro reserva. Já-já tem mais resenha do desafio de janeiro. Aproveite e leia as resenhas dos demais participantes do desafio literário. È só clicar aqui. Fui! Category: Desafio Literário 2010, Romance Contemporâneo 25 Comments « Previous Entries Atenção, leitores! Site mais bem visualizado via Firefox. Lendo… Página de Livros › Time Gracinha RG Newsletter Digite seu email: Delivered by FeedBurner Twit-me Páginas Autores de A a M Autores de N a Z Contato Estante Extras (Dicas by Vivi) Gracinhas do RG Links RG By Vivi Categorias Selecionar categoriaBiografiaBrincadeiras RG Cadeskines Mochileiros Desafio Literário 2010 Selos & MimosLetra e MúsicaLit GlamourMemorabília RGMuralzim GracinhaO que as estrelas leemOutras sessões By Vivi Cine e TV Modices Literárias in StylePassa lá e lêRomance brasileiroRomance Contemporâneo Chick-lit Romance policialRomance de BancaRomance epistolarRomance GracinhaRomance Histórico Romance MedievalRomance ImportadoRomance SobrenaturalRomance Viagem no TempoRomances em Série Irmandade da Adaga Negra Irmãs Essex Outlander Série Tigresa TwilightSem categoria Gavetinha do RG Selecionar o mês fevereiro 2010 janeiro 2010 dezembro 2009 novembro 2009 outubro 2009 setembro 2009 agosto 2009 julho 2009 junho 2009 maio 2009 abril 2009 março 2009 fevereiro 2009 janeiro 2009 dezembro 2008 novembro 2008 outubro 2008 setembro 2008 agosto 2008 julho 2008 junho 2008 maio 2008 abril 2008 março 2008 Lit Glamour Galeria das Gracinhas Para participar da Sessão Qual é o seu Romance Gracinha, clique nas Gracinhas e pegue já o seu formulário! O RG agradece de coração. Smack! Junte-se aos bons! Fala Gracinha! Daniela em 1933 foi um ano ruim de John Fante – Desafio Literário 2010 Elisandra em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 luciana em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Sonia em 1933 foi um ano ruim de John Fante – Desafio Literário 2010 Kézia em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Diana em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Débora Lauton em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Larissa em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Laura em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Vivi em A princesa raptada de Christina Dodd – Desafio Literário 2010 Resoluções (Literárias) de Ano Novo « em Desafio Literário 2010 By RG Cristine em Vida dura de Claudia Tajes – Desafio Literário 2010 Mirelli em Vida dura de Claudia Tajes – Desafio Literário 2010 Andreia em Vida dura de Claudia Tajes – Desafio Literário 2010 Larissa em Vida dura de Claudia Tajes – Desafio Literário 2010 Take the Quiz here! 23 Users Online Romance Gracinha by Vivi is licensed under a Creative Commons Atribuição-Uso Não-Comercial-Vedada a Criação de Obras Derivadas 2.5 Brasil License. Feedjit Live Blog Stats © 2010 - Romance Gracinha is proudly powered by WordPressGraffiti Effect provided by Web Hosting | Site Sponsored by a dedicated server at Hivelocity Podcast Powered by podPress (v8.8)
- ce543d9495821c61f5dc86b57884068d5e82e7fb50eaf6e5f01526d701fdd01b
-
(What's this?)
WMR4M-5XEG9-Q68XP

