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Jo Fagner | O Beijo do Escorpião
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http://www.jofagner.com Protected on 2011-11-17 05:06:16 UTC
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Início Divã O Beijo Closet Notas Publicações Conta gotas E-book BeijaEu TV O autor O blog Vidas biônicas O cinema, a literatura, a moda e demais expressões artísticas estavam certos em suas previsões: o futuro pertence às máquinas. A natureza cede espaço ao robótico, e nesse ritmo os modos de vida e a paisagem urbana devem ser adaptados à era tecnológica. Cérebros e músculos são substituídos gradativamente por maquinarias e células inteligentes, enquanto que os seres vivos são recrutados a permanecer e sobreviver numa selva de circuitos e luzes de agilidade impressionante.Sob a atmosfera seres vivos dividem territórios com robôs, que ao contrário do que rege o mandamento social, não cumprem o papel de servir, mas de comandar os passos da civilização. O mundo aprendeu a caminhar com o auxílio de próteses, e delas tornou-se dependente. Corpos, inteligências e abstrações atravessam túneis cronológicos abandonando características orgânicas e (re)materializando-se como formas de existência artificiais.Para além da ficção, os humanóides encontraram lugar sobre o mesmo solo que plantas, animais e nativos do planeta. Representados primeiramente por dispositivos eletromecânicos ou formas de vida alienígena, eles eram tidos como seres que possuíam aparência semelhante ao homem, não se constituindo, entretanto, como uma forma humana reconhecida como tal. Porém, a afirmação que tal imagem se apresente apenas no imaginário social é distante e controversa.Em períodos de valorização exacerbada da instantaneidade, qualquer fração de tempo é monitorada de forma a garantir êxito em toda instância do cotidiano. Resulta daí uma aceleração dos níveis de consumo, que são responsáveis pela transformação desenfreada de valores e ideologias. Aprende-se a viver com corações artificiais e emoções sintéticas, onde cada movimento é previsto e programado. No fim, qualquer satisfação encontra-se longe de ser definitiva, tudo é efêmero e líquido.Distante de conceitos universais, a beleza estética assume lugar central na reconfiguração dos estilos de vida e pensamento que fazem parte da rotina social. Sua verdade é elevada como protagonista de relacionamentos íntimos, profissionais e afetivos. Com finalidade de conquistar uma vaga um mercado de trabalho, encontrar um companheiro para fins amorosos ou sexuais, ou até mesmo por uma questão de auto-aceitação, os padrões de imagem estão sempre presentes fundamentando relações do indivíduo com seu meio e consigo mesmo.Quando um corpo se encontra diante do espelho ou de outros corpos, os olhares e julgamentos o situam como feio ou bonito. Por um lado, o inutilizável, enquanto que o belo representa o indispensável. A feiúra não sugere matemática, mas o bonito adiciona e multiplica possibilidades de júbilo e plenitude nas interações com o próximo. Os padrões estéticos são definidos a fim de obedecer a um destes perfis, que são repetidos de maneira que cada sujeito possa encontrar sua via de acesso ao mundo.As formas corporais são o principal critério aplicado para se referir à beleza humana. Simétrico e esbelto, o corpo é o suporte para determinar os níveis da perfeição estética. Os meios de comunicação funcionam como agentes na massificação de tais imagens, que associando a (es)cultura corporal a situações de sucesso e felicidade na vida pessoal de personagens criados para entreter e vender produtos.A masculinidade é medida pela exuberância de músculos definidos. Mulheres têm sua feminilidade substanciada em curvas suaves que sirvam de repouso para o homem. As formas são cultuadas, postas em pedestais para serem perseguidas e singularizadas enquanto manifestações excelentes de beleza. Tem início uma corrida que começa no espelho, passa pelas academias ou pela ditadura dos suplementos alimentares e procedimentos cirúrgicos, mas que na maioria das vezes termina em clínicas de recuperação.Uma sombra que perpetua nessa discussão diz respeito à construção de um modelo universal e irrevogável a ser seguido pelas pessoas. Encontra-se, nessa prerrogativa, uma falha de conceitualização na medida em que se excluem os referentes geográficos, históricos e culturais que criam os mesmos padrões. Espaço e tempo são marcadores que anunciam construções particulares e variáveis sobre a mesma idéia de beleza.Espelhos não são mais acessórios para ver o próprio reflexo. São, acima de tudo, dispositivos de controle que permitem medir o grau de inclusão na sociedade. Também são ferramentas para o policiamento da aparência, e através dela a busca de uma auto-identificação no meio em que se vive. E ainda há quem pense que são meros instrumentos com exclusivas finalidades óticas.O ser humano deixa de ser belo. Ele torna-se bonito, atraente. É preciso este artefato para conquistar um relacionamento afetivo ou despertar interesse sexual no próximo. Os profissionais precisam de boas aparências para seduzir clientes em suas transações comerciais. Abandonam sua natureza humana para se tornarem divindades manufaturadas pela tecnologia dos padrões estéticos mercadológicos.Humanóides sim. Reproduzem na própria aparência as construções sociais para atingir um ideal estético apropriado. Tornam-se máquinas construídas por outras máquinas. Perdem a individualidade, ganham status de réplica. Agem tais como camaleão em uma paisagem nova, ameaçados pelo perigo de um predador. Buscam lugares e posições de destaque ao mesmo tempo em que residem no comum.Numa coreografia em que as relações humanas ficam a cada dia mais superficiais, as cirurgias plásticas, planos de musculação e dietas alimentares saem do passo da manutenção da saúde para inspirar uma dança de auto-aceitação. Se uma máquina não estiver funcionando de acordo com o previsto no manual de instruções, ela estará com defeito e, portanto, não tem utilidade nenhuma ao restante da sociedade. São fragmentos de um futuro cibernético que Os Jetsons não avisaram. Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar no Orkut Seda & Testosterona “Um é ímpar, dois é par” trata-se de uma antiga fórmula pela qual os seres humanos aprendem o universo em que vivem e suas relações sociais. A regra do plural é criada, ensinada e repetida sob a justificativa de diminuir o isolamento e construir interações entre pessoas, das mais simples às mais complexas. Sob tal lógica são fundamentadas sociedades, grupos e associações, baseadas no fim comum de compartilhar espaços, ideologias e interesses específicos.No meio em que acontecem os diferentes intercâmbios de culturas e personalidades, uma característica que aparece como principal é a necessidade de classificação das coisas. Assim, objetos, formas de existência e até mesmo abstrações humanas precisam ser catalogadas e categorizadas para que se possam os mais variados níveis de significados, que são essenciais à vida social. Toda presença material e espiritual assume um lugar entre os indivíduos a partir do momento em que é nominada e encontra sua posição num ambiente físico partilhado.Dentre as estruturas que acompanham o raciocínio responsável por ordenar sujeitos e suas capacidades intelectuais nos espaços, o número “dois” encontra-se como um esquema central no processo de apreensão do mundo. Amor/ódio, homem/mulher, branco/preto, tudo o que é sensível possui dois lados que se complementam ou se anulam, proporcionando o conhecimento do que se vive e do que se pode viver.No exemplo dos seres vivos, o que norteia animais e homens é a condição fundamental de reprodução, que garante a continuidade das espécies. Nesse sentido, o binômio macho/fêmea é determinado como único arranjo para tal fim, uma vez que somente através da combinação de células destes indivíduos é possível a geração de outra vida. Tal representação conforma-se, no entanto, como princípio de organização que extrapola os muros da biologia. Quando se transpõe a mesma regra para o círculo das relações sociais alguns problemas de configuração podem ser encontrados, especialmente ao se falar em termos de emoção. Comparados às leis da Física, seres humanos são nivelados enquanto partículas inanimadas, incapazes de captar, entender e interferir nas sensações externas ao seu organismo. É o que acontece quando se adota o princípio de atração entre opostos como modelo único de afetividade entre duas pessoas. O fenômeno da homossexualidade desconstrói essa idéia. Afetividade e erotismo acontecem diante de dois espécimes de mesma natureza, da mesma forma e intensidade como se observa nas relações heterossexuais. O amor e o desejo entre corpos de mesma polaridade rompem limites reducionistas e se manifestam a olho nu. Porém, um breve passeio e nem tudo que brilha como “iguais” tem status de semelhança.Padrões advindos da lógica biológica encontram-se enraizados na constituição do par homossexual. Os relacionamentos entre pessoas do mesmo sexo encontram-se constantemente assombrados pelo fantasma do modelo hetero, que é normativo e dominante, ocasionando problemas de ordem sentimental e social. O imaginário sobre “casal gay” é um dos principais alvos dessa padronização.Ao se encontrar diante de um par romântico formado por duas pessoas do mesmo sexo, a pergunta crucial que sempre surge é: “quem é o homem e quem é a mulher da relação?”. E quando outro gay se depara diante desse mesmo casal, a pergunta ainda pode ser reformulada: “quem é o ativo e quem é o passivo?”. Tais exemplos apenas ilustram como lugares e posições heterossexuais são demarcadas como centralizadores também da relação entre homoafetivos.Outra sombra que costuma perseguir os integrantes de tal universo encontra-se nos papéis de gênero obrigatórios de serem seguidos. Uma pessoa que sente desejo por outro indivíduo do mesmo sexo automaticamente possui o seu gênero associado ao sexo oposto. Estereótipos antigos são reforçados, ao mesmo tempo em que novos comportamentos são acionados, principalmente no que diz respeito a movimentos de resistência a rótulos.Homens efeminados são estigmatizados historicamente. As passagens bíblicas relatam a condenação a esses sujeitos, que são vinculados à idéia de pecado, escuridão e exclusão social. Transitar pela feminilidade conduz o homem à desonra e à perda de sua virilidade. Ao mesmo tempo, personagens de televisão exploram espetáculos caricatas com essa figura, atribuindo-lhe conotação de piada. Em contrapartida, a moda cultiva ambigüidades através de modelos andróginos.Surge um mecanismo de preconceito que exclui, de forma geral, rapazes que apresentam trejeitos e características femininas das possibilidades de relacionamentos homoafetivos, numa lógica que nada tem a ver com “química” ou com um desejo natural. Trata-se, sobretudo, de um comportamento cultivado através da idéia de passar despercebido na sociedade.Enquanto as Paradas de Diversidade Sexual ocupam as ruas em busca de visibilidade, muitos homossexuais preferem vivenciar suas experiências no armário. Preferem parceiros que não apresentem sinais femininos ou que demonstrem publicamente sua condição sexual. Evitam, assim, qualquer rótulo que o leve à exclusão prevista nos códigos morais vigentes.Por outro lado, a virilidade parece um cálice tentador, e o fato de se relacionar com alguém igual associa-se mais à idéia de narcisismo que de um desejo pelo próximo. Beber até a última gota da própria masculinidade garante uma experiência mais próxima do fetiche homoerótico. A invisibilidade social surge como brinde, assegurando o direito ao segredo, pelo qual tantos prezam.Atravessando a ponte, alguns rapazes efeminados excluem de sua lista de afinidades outros garotos que apresentem o mesmo comportamento. Prevalece o modelo heterossexual, quando a seda encontra na testosterona a satisfação suprema de suas necessidades amorosas e sexuais com outro parceiro do mesmo sexo. Imaginam-se enquanto mulheres, possuindo e consumindo o corpo do homem.Todos os arranjos incidem num lugar não-fixo, mas determinados pelo binômio macho/fêmea centralizador dos significados na sexualidade humana. A afetividade se destaca dos outras sensações corpóreas pela presença do sentimento, da capacidade de amar outro ser. Emoção não tem gênero, ela é abstrata e universal, engloba todas as cores e credos. Limitar o parceiro por causa de uma idéia construída de desejo é abrir mão da autonomia individual de viver intensamente. Categorias sempre existirão. A cada dia se inventam mais. O que não pode ser extinta é a capacidade de amar o próximo e se transportar para a alma de outra pessoa, como nos ideais mais românticos. Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar no Orkut Amor para viagem Cores, texturas, sabores e direções: tudo se transforma num cardápio, vitrine ou numa prateleira, lugares comuns onde se inscrevem a esfera do consumo humano em sociedade. A linguagem dos sentimentos extrapola círculos e termina por ocupar também um espaço de oferta na vida social. Mais que a duração de um beijo, a intensidade de um abraço ou ainda que o efeito de quaisquer promessas, o épico se redefiniu como fugaz e comum.Houve um tempo em que se aprendeu a construir e cultivar sentimentos nobres através de momentos, longe da efemeridade que seduz com a ilusão de plenitude pra depois castigar com a sensação de vazio. Essa é a época dos contos de fadas, de príncipes e princesas e amores encantados capazes de mover montanhas. São imagens repetidas na memória da infância, elaboradas para ensinar que todos possuem uma alma gêmea, com quem devem compartilhar sua vida e edificar um futuro de cumplicidade e afeto.As fábulas românticas e histórias de ninar não contemplavam as características da metrópole. Se assim fosse, certamente os fios de internet seriam cavalos brancos mais ágeis, e as cinderelas precisariam de novas abóboras com maiores prazos de validade. Diferente das areias nas antigas ampulhetas, nos dias atuais o tempo se esvazia em ritmo mais rápido e as emoções precisam ser sentidas com brevidade.O mundo tem pressa de amar. E tal consumo se baseia na idealização de relacionamento enquanto um estado civil que é preenchido no perfil de uma rede social. Numa dimensão onde não se permite números ímpares, casamento deixa de ser compreendido como uma união estável entre duas pessoas e passa a ser reinventado na qualidade de ciclos de experiência afetiva sobrecarregados pela esperança urgente de formar par.Páginas velhas de livros de romance são queimadas à velocidade da luz que passa pelos cabos de fibra ótica que conectam pessoas no planeta. Qualquer lição sobre encontrar “a cara-metade” é inútil quando se tem ao alcance as ferramentas disponíveis para buscá-lo a qualquer custo. A grande variedade de sites específicos para esta finalidade só confirma a transformação do amor em um pacote de miojo: instantâneo, acessível e com variedade de temperos, sabores e modos de preparo.Essa definição pode ainda ser encontrada diluída nas diversões noturnas, em drinques e fluxos de salivas trocadas em meio a declarações automáticas, batidas eletrônicas e impulsos do corpo. A frase “eu te amo” chega ao nível de um prato-feito de combinações predefinidas, preço barato e consumo rápido, no intervalo de alguma música ou de outra paquera. Na hora da conquista, qualquer estratégia é válida para entorpecer a presa e atingir o objetivo.Uma possível explicação para entender esse pensamento se baseia na construção de um imaginário em que o amor se apresenta como uma presença central na vida de uma pessoa. É fator de sucesso e de normalidade estar envolvido com alguém, já que é através desse passo que se garante a continuidade da espécie e a manutenção de valores morais. Nessa concepção, um ser humano só se completa quando seu corpo e alma se fundem ao de outra pessoa, e desse encontro possa surgir uma nova vida.O que deveria ser vivido de forma transcendental torna-se corriqueiro pelo ritmo acelerado das vidas urbanas. Dessa forma, o significado de “amor” nas experiências individuais abandona a representação mágica de sentimento nobre para assumir o papel de objeto de consumo, para satisfazer carências e vaidades humanas. A intensidade dos momentos é substituída por uma necessidade de status, banalizando as experiências humanas e colocando em segundo plano virtudes essenciais à condição de sociedade.E dos amores camaleônicos que surgem como pedidos de atendimento delivery e tem duração de refeição rápida, apenas uma reflexão para as próximas gerações: estaríamos próximos de uma civilização marcada pela superficialidade das palavras, destinados à mera reprodução da espécie? Ou ainda é tempo de salvar a humanidade de uma era de máquinas com falas e gestos programados, onde se respire a vida contida num gesto sincero e espontâneo de amor natural? Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar no Orkut Hoje tem laranjada! Fácil cultivo, preço acessível e alto valor nutricional: a laranja é uma fruta mundialmente conhecida que apresenta vários benefícios ao organismo, presente na alimentação humana. O sabor doce ou ácido ornamenta as mesas e satisfaz o bolso e o paladar de produtores e consumidores de todo o planeta. Uma fonte barata de saúde e de rica contribuição à vida, paixão tropical que completa a rotina das pessoas.No pomar brasileiro, um tipo distinto de laranja assume destaque pela aplicação indispensável ao cotidiano de muita gente. Longe das mesas, espremedores e receitas culinárias, o lugar especial que ocupa o “hortifruti” é o palco das relações sociais. Em transações econômicas, escândalos políticos e diversas situações, o termo “laranja” é usado para definir aquela pessoa que assume a culpa ou responsabilidade de algo no lugar de outra.Embora considerada como uma atividade geralmente discriminada, o que ninguém percebe é que muitas vezes são nomeados “laranjas” nas situações mais comuns do dia-a-dia. Tal hábito chega a ser espontâneo, o que impede de pensar inclusive sobre as próprias ações cometidas. Ficou difícil de imaginar? Basta um exercício de análise particular de algumas de suas falas para que tudo se transforme num objeto mais claro.Um “laranja” que se encontra quase sempre nas rotinas pessoais atende pelo nome de “Destino”, com “D” maiúsculo. Sua presença é tão forte nas expressões verbais que marcam as atitudes do ser “racional”, que chega a desempenhar o papel de entidade, tal como espíritos, anjos e abstrações correlatas. Através da culpabilidade instantânea que é atribuída a essa terceira pessoa chamada Destino, alguns detalhes do comportamento humano passam despercebidos, mas o que eles revelam?A evolução do homem é medida através da capacidade de superação dos desafios que a vida impõe diariamente. Sendo assim, o ato de transferir a responsabilidade dos erros para o outro ou mostrar insuficiência para atingir determinados objetivos demonstra despreparo para assumir o centro do próprio desenvolvimento. Acredita-se ainda em uma ordem cósmica que rege a existência dos indivíduos, numa sucessão de acontecimentos inevitáveis.Ao crer em episódios que não podem/devem ser controlados significa limitar o alcance das ações humanas. É como dizer que certos objetos são intocáveis e algumas obras não podem ser realizadas. De fato, algumas coisas parecem impossíveis, o que não significa que assim são. Toda vez que se reconhece um desejo, ele passa por um filtro moral que vai classificar o seu grau de efetivação. Sendo assim, nada é inatingível, desde que envolva método, determinação e uma pitada de “loucura” para tapar os ouvidos e seguir caminhando sempre em frente.No final das contas, a laranjada é sempre a oportunidade de transformar uma idéia ácida (o hábito de cruzar os braços e entregar trajetórias ao acaso) em um suco doce (a capacidade de enfrentar desafios e reconhecer os erros para que a evolução aconteça). Qualquer corpo humano possui materialidade maior que a abstração que conhecemos pelo nome de “Destino” para transformar incertezas no reconhecimento único de uma habilidade exclusiva dos seres vivos: superação. Enviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar no Facebook Compartilhar no Orkut Assinar: Postagens (Atom) | INSCRIÇÃO Postagens Atom Postagens Comentários Atom Comentários | 9DADES VIA MAIL | + LIDAS DO MÊS Seda & Testosterona Amor para viagem Vidas biônicas #LUTO - Até quando, Dilma? Quem inventou a Heterofobia | TRANSLATOR/TRADUCTOR Traduzir esta páginaFornecido por Microsoft® Translator | BUSCAR TEXTO Carregando... | NOTA AOS LEITORES As atualizações do blog estão em ritmo mais lento a partir do segundo semestre de 2011. Neste período estarei em regime de dedicação exclusiva à construção da dissertação do mestrado a ser defendida em março/2012. Enquanto isso aconselho explorar os textos sobre cultura, sociedade e comportamento que compõem esta página.Abraço e boa leitura,Jo Fagner | @jo_fagner | Conteúdo Divã Beijo Closet Downloads Pessoal E-book | Sobre o blog O Beijo do Escorpião é um blog de opinião e entretenimento, sem fins comerciais. Os conteúdos expressos aqui são de autoria de Jo Fagner, e a reprodução desse conteúdo em outros espaços só é permitida sob autorização expressa do autor. PLÁGIO É CRIME! CONTATO: jofagner@jofagner.com | Indicações de Leitura Blogay Folha.com Carta Potiguar Cleycianne Do Lado - Portal G Jorbe Bin | Putz! verdade né, meu? 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